segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Tejo... Té, já!


Entre ruas, encilhada.
De repente, aparece uma praça...
Dessas cheia de árvores,
Penso em fazer dela uma figurinha pra colocar n'um álbum.
Só pra te mostrar um dia.
Quando corro aqui o suor tem cheiro de cereja,
E o gosto de tudo me parece algum iogurte que ainda não inventaram.
Você devia vir pra ouvir as notas musicais que colei em todas as paredes.
Engraçado como o doce pode ser agridoce também...
E, como a saudade pode ser salgada,
Comungo com ela, entro de cabeça no mar.
Assim não vejo se uma ou outra gota de mar escorre de mim.
Meu olho tá molhado de mundo.

4 comentários:

Karol Gonçalves disse...

"Meu olho tá molhado de mundo."

Acho que esse verso te torna oficialmente, poeta!

Karol Gonçalves disse...

E essa foto! Linda!
Quero cruzar o oceano para tirar uma igual!
Quero agora!

Juliana Leite disse...

"Meu olho tá molhado de mundo"
Acho que esse verso te torna oficialmente poeta! [2]
sem mais!
muitas saudades! só!

ivete disse...

Vc é uma das "figurinhas" mais criativas que conheci, linda!
Saudades!!!