quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Transitivo e Indireto.

Já tenho a rosa dos ventos em mãos!
Não me perderei novamente nos seus cabelos,
nem nas nossas peles,
nem nos pêlos do preá do seu jardim.

Porto e comporto os mapas na bolsa da memória.
Para saber exatamente ate onde devo ir.
Aonde não quero chegar.
A hora certa de partir.

Você sabe o que ainda espera por você.
E não será entregue a outro portador.
Até a próxima estação.
De trem, Do ano, De rádio.

E, bem devagarzinho...
To tirando meu passaporte daqui.
Indo pra ver quem vai junto.
Se você ficar, descubro que você nunca esteve.
Se você for, acho que eu nunca soube.

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